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Homem cria ecobarreira caseira e retira 1 tonelada de lixo de rio

Ecobarreira já retirou garrafas, capacetes e até um fogão das águas do rio

Cansado de ver garrafas plásticas, latas e até sofás e fogões correndo pelas águas poluídas do rio que passa nos fundos de sua casa, em Colombo (Região Metropolitana de Curitiba), Diego Saldanha resolveu agir. Criou uma ecobarreira caseira para segurar o lixo flutuante e com isso já retirou mais de 1 tonelada de resíduos do rio, inclusive capacete e até um fogão.

Com muita criatividade, Diego criou a ecobarreira, um dique flutuante formado por galões plásticos de 20 litros unidos por uma rede que, esticado de uma a outra margem, funciona como uma barreira que retém o lixo que é arrastado pela correnteza.

A lista de objetos retidos pela ecobarreira não para de crescer: são sacolas plásticas, garrafas PET, embalagens plásticas de vários tipos de produtos, capacete, bonecas, bolas, sofá, cadeira infantil para automóveis, tubos de imagem de televisores antigos, fogão, aquecedor elétrico e até uma máquina de lavar.

Diego faz a limpeza do rio, duas vezes por dia, uma antes de ir para o seu trabalho, de vendedor de frutas nos semáforos da cidade, e outra já no final da tarde.

Ele conta que quando criança nadava no rio Atuba e foi percebendo gradativamente que o rio estava morrendo e, por isso, tomou essa iniciativa. Foi pensando em demonstrar aos seus filhos, que, ainda são crianças, a necessidade de preservar a natureza.

“O maior de todos os erros é não fazer nada por achar que se faz pouco. Faça tudo que puder, mesmo que te digam que você está enxugando gelo. Faça sua parte! ”, disse Diego Saldanha.

Hoje Diego dá aulas e faz palestras sobre meio ambiente, ensinando as crianças a fazer suas próprias ecobarreiras.

Mulher com bonecas
Imagem: Divulgação

E o que fazer com os objetos recolhidos? Da iniciativa da criação da ecobarreira, nasceram algumas iniciativas, como:

  • As garrafas de plástico reciclável são doadas para a campanha de coleta e venda de materiais recicláveis, da escola municipal na qual estudam os dois filhos de Diego. A venda das garrafas PET servem para a escola arrecadar alguns recursos;
  • As bonecas retiradas do lixo do rio Atuba são restauradas pela mãe de Diego, Marizete Saldanha, e, posteriormente, colocadas à venda, em seu brechó;
  • As várias bolas retiradas do rio Atuba foram doadas, aos garotos da vizinhança, onde Diego mora, fazendo a alegria da garotada;
  • E até um museu foi criado ao lado da ecobarreira para expor os objetos mais curiosos retirados.

Atitudes como esta, demonstram que é possível um cidadão comum, fazer mudanças palpáveis e eficazes para solucionar problemas que afetam o nosso meio ambiente. Elas motivam e dão esperanças de ter um futuro melhor.

Fonte: http://autossustentavel.com

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Índia já tem sua primeira cidade funcionando 100% com energia solar

O mundo está torcendo por algum tipo de solução que nos salve da situação ambiental que nós mesmos criamos a partir de poluição, contaminação e adulteração ao longo dos anos. Dito isso, embora ainda não tenhamos uma solução completa, uma cidade indiana começou a acertar seus passos em direção a um futuro sustentável.

Dando um passo gigantesco no setor de energia solar, Diu se tornou a primeira cidade da Índia a ter um excedente de energia renovável em apenas três anos. Pasme: agora Diu corre 100% em energia solar.

Neste período de mudança, a cidade fez um rápido progresso na geração deste tipo de energia. Limitado a uma área geográfica de apenas 42 quilômetros quadrados, Diu tornou-se o primeiro território da União, onde mais de 100% da necessidade de eletricidade está sendo atendida pela energia solar. Apesar da escassez de terra, usinas de energia solar foram instaladas em mais de 50 acres de terra.

O lugar gera um total de 13 megawatts de eletricidade a partir de instalações de geração de energia solar. Cerca de 3 MW são gerados por usinas solares de telhado e 10 MW por outras usinas.

Cidade agora tem 100% de sua energia vinda do sol

Cidade agora tem 100% de sua energia vinda do sol

O engenheiro executivo do departamento de eletricidade de Daman e Diu, Milind Ingle, disse ao site Times Of India que “a população de Diu é de apenas 56 mil pessoas. Para a água e a eletricidade, a cidade dependia apenas do governo de Gujarat”. Quando a empresa de energia local começou a gerar eletricidade a partir do sol, a perda elétrica da cidade reduziu-se significativamente.

Ingle disse ainda que o pico da demanda de eletricidade de Diu subiu para os 7MW e eles passaram a gerar cerca de 10,5MW de eletricidade a partir da energia solar diariamente, superando suas necessidades. A energia solar veio como um grande alívio para os moradores locais, já que suas contas mensais tiveram ainda uma redução de cerca de 12%.

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Conheça alguns produtos do cotidiano que ameaçam o meio ambiente

Itens básicos presentes à nossa vida parecem inofensivos e bons aliados ao nosso dia-a-dia, porém, para o meio ambiente, impactam de forma nada colaborativa.

Parte dos protetores solares que cuidam da pele contém substâncias altamente prejudiciais ao meio ambiente. A mais nociva é a oxibenzona, componente encontrado também em protetores labiais, hidratantes e máscaras para cílios.

Diversos estudos alertam para o fato de que o produto químico estaria causando grandes danos aos recifes de coral e ameaçando a sua existência. Diante das constatações, o Havaí decidiu banir o uso de protetor solar em seu território, como uma tentativa de barrar a situação.

Um dos efeitos do oxibenzona é o branqueamento dos corais, fazendo-os perder as variadas e encantadoras cores que enchem os olhos de que os vêem. A substância causa, ainda, danos ao DNA do coral bebê, fazendo com que ele se enclausure em seu próprio esqueleto, levando-o  à morte.

Produto essencial à pele, opte por filtros solares livre de oxibenzona, assim como PABA, retinil palmitato e parabeno.

Veja outros itens não tão amigáveis com o meio ambiente.

Abacate

A organização holandesa Water Footprint Network, cuja bandeira é a conscientização pelo uso mais eficiente da água, calculou que, para cultivar um único abacate, são necessários cerca de 272 litros de água. Segundo a instituição, os efeitos disso são devastadores para as regiões onde a fruta é cultivada.

Em 2011, uma investigação conduzida por autoridades de água no Chile encontrou, pelo menos, 65 plantações de abacate que desviavam ilegalmente rios e outras fontes de água para irrigação. Há quem atribua à esses agricultores uma forte seca que atingiu a área e forçou moradores a escolherem entre usar a água para beber ou tomar banho.

Abacaxi

O abacaxi é outra fruta que impacta o meio ambiente por ser cultivada a um ritmo que, em algumas partes do mundo, está afetando negativamente o planeta.

Na Costa Rica, por exemplo, que é um dos maiores produtores mundiais de abacaxis, milhares de hectares de florestas foram desmatados para o cultivo. Segundo a Federação de Conservação da Costa Rica, florestas inteiras desapareceram rapidamente, causando danos irreversíveis.

Os abacaxis são produzidos em grandes monoculturas — a produção intensiva de um único cultivo — e exigem uma grande quantidade de pesticidas, que também podem ser prejudiciais ao meio ambiente.

Produtos de higiene

No shampoo, batom, detergente para roupa, sabonete e pasta de dentes há a presença do óleo de palma, um dos óleos vegetais mais eficientes e versáteis, mas cujo uso generalizado levou a um desmatamento significativo.

Em um relatório de 2018, o grupo de conservação WWF alertou que a transformação de florestas tropicais e turfeiras em plantações de óleo de palma liberou “enormes quantidades de dióxido de carbono, contribuindo com as mudanças climáticas e destruindo o habitat de espécies como os orangotangos”.

O óleo de palma também está presente em produtos comestíveis, como chocolate, margarina, sorvete, pão e biscoitos.

Aromatizantes

Se no ambiente externo a poluição degrada o meio ambiente, em casa, produtos domésticos também têm efeitos negativos para a qualidade do ar.

Os aromatizantes, por exemplo, muitas vezes contêm uma substância química chamada limoneno, usada para dar um perfume cítrico ao ambiente, e também é usado em alimentos.

Um experimento realizado pela BBC identificou que quando o limoneno reage com o ozônio presente no ar, produz formaldeído — um dos produtos químicos de uso atual mais comuns e cercados de riscos. Segundo a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), a exposição a altas concentrações desse produto pode causar falta de ar, salivação excessiva, espasmos musculares, coma e eventualmente a morte.

Fonte: pensamentoverde.

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Austrália reduz em 80% o consumo de sacolas plásticas descartáveis em apenas três meses

As sacolas plásticas, apesar de parecerem inofensivas e serem adoradas pelos brasileiros já que é possível reaproveitá-las como lixo, é uma das principais vilãs quando o assunto é vida marinha. Baleias e tartarugas morrem aos montes por ingerir tanto plástico e boa parte deles são sacolinhas de supermercado.

Para cortar o mau pela raíz, vários países já tomaram medidas drásticas: o Quênia, por exemplo, decidiu punir fabricantes e usuários de sacolas plásticas. A Escócia já economiza 650 milhões de sacolas plásticas ao ano com legislação nova e Indonésia já aderiu às sacolas biodegradáveis e comestíveis.

Após três meses com dois dos três principais supermercados do país banir as sacolas plásticas de seus estabelecimentos, a Austrália conseguiu reduzir em 80% o uso de sacolas plásticas descartáveis – estima-se que aproximadamente 1.5 bilhão de sacolinhas foram poupadas com a ação.

Leia também: Austrália distribuirá kits de energia solar (de graça!) para 50 mil residências

No começo os consumidores não gostaram de ter que comprar sacolas reutilizáveis por 0.15 centavos de dólares australianos – aproximadamente 0.40 centavos quando convertidos em reais. Alguns supermercados chegaram a voltar atrás na decisão, mas logo retomou a ação por pressão de ativistas a favor do meio ambiente.

Mas foi uma questão de tempo pois hoje os principais mercados do país já não distribuem sacolas descartáveis para realização de compras. Apenas um dos estados australianos ainda não baniram/taxaram as sacolinhas.

 

Fonte: thegreenestpost.com

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Mutirão de limpeza da Orla de Itapebussus ao Mar do Norte acontece neste sábado

Uma ação ecológica coletiva será realizada, no próximo sábado (20), objetivando a limpeza da Orla de Itapebussus ao Mar do Norte, em Rio das Ostras. A concentração está marcada para acontecer às 08h, na Rodovia Amaral Peixoto, na entrada da Trilha Arie de Itapebussus. Idealizado e realizado pela Tayra Eco Parque, o movimento visa, além de limpar a praia, conscientizar os banhistas sobre sua responsabilidade em prol do meio ambiente.

O evento recebe o apoio do Convention Visitors Bureau de Rio das Ostras (RO CVB), Cruz Vermelha, RL Stadium Assessoria Esportiva, e a parceria do Anda Rio das Ostras, Natação no Mar e do projeto Deixe Somente Pegadas.

Segundo um dos organizadores, Uriam Moraes, Itapebussus é uma ARIE (área de grande interesse ambiental). “A área está sendo utilizada pelos banhistas e a prefeitura não faz nenhum trabalho de coleta de lixo no local. Nós fazemos caminhadas nas praias e a ideia surgiu ao ver o quanto lixo tem nas praias. Daí, surgiu a ideia. E realizaremos esse mutirão justamente num feriado, quando os banhistas estarão no local para serem impactados com a ação. Tentaremos ser exemplo. Será um trabalho de educação ambiental”, disse Uriam.

Fonte: rotario.com.b

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Búzios será palco da Primeira Etapa do Estadual de Va’a

Realizado pela  FCHERJ – Federacão de Va’a do Rio em co-parceria com os clubes locais Hui Hoa Buzios e  Ho’Oponopono Va’a, e o apoio da Prefeitura de Búzios, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer, a paisagem paradisíaca de Búzios será palco para a primeira etapa do Estadual de Va’a do Rio de Janeiro,  dia 5 de maio de 2019.

 O charmoso balneário sediará pela primeira vez o evento deste esporte que já virou febre na região dos Lagos e Brasil, e tem despontado grandes nomes de atletas competindo mundo afora.

A expectativa de público é receber mais de 800 atletas para a disputa na primeira etapa do circuito estadual. O

A estrutura será montada na praia da Marina e trará alguns dos melhores remadores do país. Uma vitória para a cidade com a sua origem de aldeia de pescadores, e hoje possui cinco clubes de canoa havaiana , sendo dois destes,  Hui Hoa Buzios e  Ho’Oponopono Va’a, responsáveis pela co-realização do evento.

Realização: FCHERJ – Federacão de Va’a do Rio de Janeiro

Clubes Co-realizadores do evento:

– Hui Hoa Buzios

– Ho’Oponopono Va’a

Produção executiva local : HYPEXMIDIA

Co-produção : H2 Events

Modalidades da Etapa : OC6

Categorias :

* Júnior 16 – 4/6 km

* Junior 19/ estreante / master – 6/8 km

* Open – 10/12 km

Projeto Social:

* Mar Sem Lixo em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente de Búzios realizarão limpeza na praia com voluntários

Projeto inclusivo :

* Somar – projeto que coordena a integração de atletas com deficiências físicas junto ao esporte aquático

Clínicas técnicas :

Dia 4 de maio

Local : Centro de Eventos do Hotel Arete – Marina Horario : a partir das 15 h

O evento inicia já no dia 4 de maio com a entrega dos kits, no Hotel Arete, na Marina. Haverá clínicas esportivas com os temas “inclusão”, “remo ideal e performance”, “a importância do condicionamento do atleta “. Após as clinicas, haverá sunset show com a banda Surf City .

No dia 5 de maio, o evento já começa cedinho com a limpeza na praia da Marina em parceria com a ONG Mar Sem Lixo e a Secretaria do Meio Ambiente ! Logo em seguida, 8h30min,  os atletas já entram em alerta para a largada das equipes . Durante todo o evento haverá área gourmet com food trucks, espaço Kids assinado pelo O Clubinho com oficinas sustentáveis,  e mini shopping com marcas relacionadas ao esporte Va’a.

O Estadual de Va’a em Buzios tem o apoio da Prefeitura Municipal de Buzios através das Secretarias de Esporte e Meio Ambiente, Capitania dos Portos. Patrocínio da Boutique 0Km .

Fonte: Prefeitura de Búzios

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Tabela atualizada do horário da coleta de lixo em Búzios

Rota

C

E

N

T

R

O

Local

Horário

Frequência

Segunda

 A

Domingo

Praia da Tartaruga

06:00 às 07:00

Centro

07:00 às 08:00

Eixo Viário – Av. Bento Ribeiro Dantas

07:00 às 08:00

Rua Turíbio de Farias

07:00 às 08:00

Rua das Pedras e Orla Bardot

08:00 às 09:00

Alto de Búzios

09:00 às 10:00

Rua César Augusto São Luiz

09:00 às 10:00

Humaita

09:00 às 10:00

Rota

Local

Horário

Frequência

M

A

N

G

U

I

N

H

O

S

Reta do Pórtico até Posto Ipiranga

07:00 às 08:00

Segunda

A

Domingo

Peixaria e Porto da Barra

07:00 às 08:00

Parque das Acácias

07:00 às 08:00

Manguinhos

08:00 às 09:00

Barracuda

08:00 às 09:00

Rua da Linguiça

09:00 às 10:00

Rua Celeste da Costa

09:00 às 11:00

Marisol

11:00 às 12:00

Porto Belo

11:00 às 12:00

Rancho Grande

12:00 às 13:00

Rua das Palmeiras

12:00 às 13:00

Rota

Local

Horário

Frequência

G

E

R

I

B

Á

1

Bosque de Geribá

07:00 às 08:00

Segunda

A

Domingo

Beach Club

08:00 às 09:00

Orla de Geribá

08:00 às 09:00

Aldeia de Geribá

09:00 às 11:00

Av. Geribá

11:00 às 13:00

Rota

Local

Horário

Frequência

G

E

R

I

B

Á

2

Canto Esquerdo

07:00 às 08:00

Segunda

A

Domingo

Vieira Câmara

08:00 às 09:00

Estrada do Canto Esquerdo

09:00 às 10:00

Albatroz

10:00 às 11:00

Ferradurinha

10:00 às 11:00

Morro da Ferradurinha

11:00 às 12:00

PU

12:00 às 13:00

Rota

Local

Horário

Frequência

C.

B

R

A

Ç

A

S

Centrinho ao Pórtico

07:00 às 08:00

Segunda

A

Domingo

Rua Mercedes/ Cem Braças

08:00 às 09:00

Rua Progresso/ Cem Braças

09:00 às 10:00

Capão

11:00 às 12:00

Tucuns e Travessas

12:00 às 13:00

Pórtico ao Centrinho

12:00 às 13:00

Rota

Local

Horário

Frequência

 

 

R

A

S

A

1

Av. J. Bento Rib. Até Aeroporto

07:00 às 08:00

Segunda

A

Sábado

Rua 22

07:00 às 08:00

Cruzeiro

09:00 às 10:00

Monte Verde

10:00 às 11:00

Alto da Boa Vista

10:00 às 11:00

Vila Verde

11:00 às 12:00

Mato Verde

12:00 às 13:00

Baia Formosa

12:00 às 13:00

Rota

Local

Horário

Frequência

 

R

A

S

A

2

Eixo Viário até Centro

13:30 às 14:30

Segunda

A

Domingo

Rua Turibio, R. das Pedras e Orla

14:30 às 15:30

Eixo Viário até a Rasa

15:30 às 16:30

Marina

16:30 às 17:00

Arpoador

17:00 às 18:00

São José

18:00 às 19:00

José Gonçalves

18:00 às 19:00

Rota

Local

Horário

Frequência

 

F

E

R

R

A

D

U

R

A

Orla Bardot

07:00 às 08:00

Segunda

A

Domingo

Porto Veleiro

07:00 às 08:00

Praia dos Ossos

09:00 às 10:00

Azedinha/João Fernandes

09:00 às 10:00

Portal da Ferradura

10:00 às 11:00

Rua da Cumadre

10:00 às 11:00

Village de Búzios

11:00 às 12:00

Praia Brava

11:00 às 12:00

Ferradura

11:00 às 12:00

Village da Ferradura

12:00 às 13:00

Av. Parque/Av. do Atlântico

12:00 às 13:00

Rota

Local

Horário

Frequência

R

E

P

A

S

S

E

Eixo Viário – Rasa até a Praia da Rasa

17:00 às 18:00

Segunda

A

Domingo

Eixo Viário – Av. José Ribeiro Dantas

17:00 às 17:30

Rua Turíbio de Farias

18:00 às 19:00

Rua das Pedras

18:00 às 19:00

Orla Bardot

18:00 às 19:00

Porto Veleiro

18:00 às 19:00

João Fernandes

19:00 às 20:00

Mirante

19:00 às 20:00

Centro

20:00 às 21:00

Reta J. Ribeiro Dantas até Pórtico

21:00 às 22:00

Marina

22:00 às 23:00

Baia Formosa/Maria Farinha

23:00 às 00:00

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Mostra revela processo criativo de monumentos da Cidade

Os monumentos da Baleia Jubarte e do Poço de Pedras fazem parte da história de Rio das Ostras, que completa 27 anos de emancipação político-administrativa na próxima semana. Não por acaso os criadores dessas e outras obras consagradas na Cidade, os artistas plásticos Roberto Sá e Clara Arthaud, serão homenageados na nova exposição da Casa de Cultura Bento Costa Júnior. A mostra, com inauguração na sexta-feira, 5, às 15 horas, fica em cartaz até o dia 17 de abril.

Com entrada franca, a mostra “Rio das Ostras na Arte de Clara Arthaud e Roberto Sá” tem curadoria de Rodrigo Pontes. Quem for conferir a exposição poderá conhecer o processo criativo e de execução dos trabalhos que Clara e Roberto produziram para a Cidade. Além dos dois monumentos em praça pública, os artistas também assinam o mosaico que cobre a fachada do prédio do Centro de Formação Artístico de Música, Dança e Teatro, conhecido como Prédio da Onda.

Um vídeo documental acompanhando a produção do monumento do Poço de Pedras na Fundição Escola de Artes e Ofícios de Rio das Ostras será exibido na mostra. Um outro atrativo será o livro com muitas imagens que conta sobre todo o processo de execução da Baleia Jubarte. Fotos dos trabalhos, entre esses da montagem do mosaico do Centro de Formação Artística, reproduzindo uma onda carregada de peixes, conchas e estrelas do mar, e esboços dos projetos completam a exposição. 

TRAJETÓRIAS – Roberto Sá, artista plástico carioca autodidata, começou a sua carreira trabalhando em madeira na execução de grandes murais. Passou a se interessar também pelas peças em bronze e criou sua própria fundição no Rio. Nascida em São Paulo, Clara Arthaud estudou na Faculdade de Belas Artes de SP e foi aluna do escultor italiano Franco de Renzis. Com especializações em anatomia, técnica da fundição em bronze e acabamento, criou o projeto “Arte de Portas Abertas”, evento que faz parte do calendário cultural do Rio de Janeiro.

Trabalhando juntos há mais de 30 anos, Roberto Sá e Clara Arthaud são responsáveis por importantes monumentos. Em Rio das Ostras, assinam a obra da Baleia Jubarte, que ocupa lugar central na Praça da Baleia, em Costazul, e as esculturas  de uma antiga moradora, menina e cachorro que adornam o Poço de Pedras. No cenário carioca, são responsáveis pelos monumentos dedicados ao jornalista Zózimo Barroso, no Leblon, e ao aviador Carlo Del Prete, retratado com seu avião, em Laranjeiras.

Materiais como bronze, couro, resina, cerâmica e mosaico, entre outros, são utilizados nos trabalhos dos dois que vivem em Rio das Ostras desde 2001 e na Cidade instalaram um ateliê permanente. O casal de artistas plásticos já fez exposições em diversas galerias brasileiras e também na Argentina, Bélgica e França. A última mostra conjunta deles aconteceu em Sitges, Província de Barcelona, na Espanha.

 

SERVIÇO:

Exposição “Rio das Ostras na Arte de Clara Arthaud e Roberto Sá”

Casa de Cultura Bento Costa Júnior

Rua Dr. Bento Costa Júnior, 70 – Centro,

Visitação: 5 a 17 de abril

Horários: Terça a sexta-feira, das 9h às 18h; sábado, de 13h às 18h

Entrada franca

Fonte: Prefeitura de Rio das Ostra

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10 DICAS PARA DESCARTAR O  LIXO DE CASA DE FORMA CORRETA

VAMOS RECICLAR?

O Centro de Educação Ambiental de Rio das Ostras (Cedro) e o Parque dos Pássaros já recolhem, por meio de seus ecopontos, papel, plástico, metal, vidros e óleo de cozinha usado.

A novidade agora é a possibilidade de descarte correto de lixo eletrônico e materiais como espojas de lavar louças, canetas, lapiseiras, escovas e tubos de pasta de dente. Um trabalho essencial para ajudar o ambiente.

CONHEÇA OS ECOPONTOS

Parque dos Pássaros

Rua Vassouras, s/nº

Jardim Mariléa

Avenida Linda s/nº
Novo Rio das Ostras
Cedro

 

Primeiramente, é preciso separar em casa três tipos de resíduos: lixo orgânico, lixo material não reciclável e lixo material reciclável. Separe também os resíduos orgânicos dos secos. E sempre utilize sacos biodegradáveis.

Alguns exemplos de materiais que você pode separar e encaminhar para os Ecopontos da Prefeitura de Rio das Ostras são: Potes, garrafas e embalagens de plástico e vidro, papel sulfite, jornais, papelão, revistas, embalagens de metal, materiais de ferro, garrafas pet, sacos plásticos, canos de plástico ou metal, tecidos, couro, fios elétricos, pregos, parafusos e alguns equipamentos eletrônicos.

Agora, conheça aqueles que não é possível reciclar: papel carbono, papel celofane, etiquetas e fitas adesivas, fotografias, latas de tinta e verniz, espumas, cabo de panela, esponjas de limpeza, embalagens de produtos tóxicos, vidros temperados, esponjas de aço, embalagens metalizadas, espelhos, vidros, porcelana, cerâmica, cristais e isopor.

Entre os recicláveis, estão as garrafas PET. Separe-as, a reciclagem delas reduz o volume de lixo, gera emprego e renda para trabalhadores autônomos e cooperativas.

Outro item reciclável é a latinha. Uma latinha de alumínio feita a partir de minério virgem gasta 20 vezes mais energia elétrica para ser produzida do que uma latinha feita de alumínio reciclado. Reciclar as latinhas, além de gerar emprego e renda, evita a extração de mais minério e economiza energia.

Diminuir o tamanho das garrafas PET e de latinhas, amassando-as com as mãos ou pisando em cima delas também auxiliar o processo de reciclagem. É preciso ainda fechar as garrafas com a tampa após amassada.

Sempre que fizer compras, leve a própria sacola. Ela diminui o uso de sacolas plásticas. O plástico, se descartado de forma incorreta, pode levar até 100 anos para se decompor na natureza. Se a sacola pessoal não for suficiente, opte por adquirir sacolas plásticas recicladas.

Óleo de cozinha usado também é reciclável. Algumas pessoas, ou entidades, transformam o óleo em sabão. Uma única lata de 1 litro de óleo usado, despejada na pia, além de entupir o encanamento, pode contaminar até 18 mil litros d’água, quase dois caminhões pipa.

Se possível, sempre optar por comprar produtos sem embalagens ou isopor. Pois todas elas só servem para cumular mais lixo.

O papel é um dos itens mais volumosos no lixo doméstico. Separa-los, rasgá-los em pedaços e empilhar, além de diminuir o volume, ajuda na hora de enviar para reciclagem.

Baterias de telefones celulares geram lixo tóxico. Por isso, uma alternativa ao descarte deste material no lixo de casa, é entregar as baterias velhas em lojas de eletrônicos. Muitas delas providenciam ou encaminham o material para reciclagem.

As baterias piratas para telefones celulares duram menos e podem conter dez vezes mais mercúrio que as baterias legalizadas. O mercúrio é um dos metais mais tóxicos que existem e ataca o sistema nervoso. Evitar a pirataria é bom para o bolso, para a saúde e também para o meio ambiente. Já que o mercúrio destas pilhas vai poluir o solo e o lençóis de água.

Assim como as baterias, as pilhas também podem ser recicladas. Delas pode ser recuperado zinco e manganês, ambos minerais usados na correção de solos para agricultura. Baterias, pilhas e tambem equipamento eletrônicos como celulares, computadores, impressoras e notebooks sem utilidade podem ser doados para reciclagem nos Ecopontos disponibilizados pela Prefeitura.

Se não for possível fazer o transporte do material reciclável, é possível fazer contato diretamente com as cooperativas de catadores, eles podem fazer a coleta para você.

DIAS E HORÁRIOS DA COLETA

  • SEG – TER – SEX
    A PARTIR DAS 8H
  • TER – QUI – SÁB
    A PARTIR DAS 8H
  • SEG – TER – SEX
    A PARTIR DAS 18H
  • TER – QUI – SÁB
    A PARTIR DAS 18H
  • Âncora, Cantagalo, Cláudio Ribeiro, Atlântica, Jardim Mariléa, Mariléa Chácara, Porto Seguro, Novo Horizonte, Village Rio das Ostras e Rocha Leão.

Fonte: Prefeitura de Rio das Ostra

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Austrália vai plantar um bilhão de árvores para combater aquecimento global

A medida pode remover mais de 16 milhões de toneladas de gases do efeito estufa por ano e é vista como um exemplo para muitos outros países que não estão cumprindo o acordo.

De acordo com um estudo feito pela ETH Zurich, na Suíça, uma ampla campanha de plantio de árvores em todo o mundo poderia reduzir significativamente os índices de dióxido de carbono na atmosfera, podendo anular até uma década de emissões.

O pesquisador Thomas Crowther, da ETH Zurich, afirma que as árvores são “nossa arma mais poderosa na luta contra as mudanças climáticas”.

Crowther e seus colegas pesquisadores consideram que a Terra conseguiria suportar o plantio de 1,2 trilhão de árvores, em parques, bosques e terras abandonadas de todo o planeta. Essa meta, caso alcançada, superaria qualquer outro método de combate às mudanças climáticas.

“É uma coisa bonita porque todos podem se envolver”, disse Crowther ao The Independent. “As árvores literalmente tornam as pessoas mais felizes em ambientes urbanos, melhoram a qualidade do ar, a qualidade da água, a qualidade dos alimentos, o serviço ecossistêmico, é uma coisa tão fácil e possível”, finalizou.

Fonte: ANDA