para-beber-com-consciencia-limpa-conheca-a-cerveja-sustentavel

Para beber com consciência limpa: conheça a cerveja sustentável

Produzida a partir de lúpulo cultivados no mercado local, sem agrotóxicos e com baixa emissão de carbono, e com chás Earl Grey da marca Organic Life, a cerveja Borough Market têm produção limitada: apenas 6 mil garrafas.

O mercado é um dos maiores e mais tradicionais locais para comprar alimentos frescos em Londres. Seus cultivos são fertilizados com borra de café e regados com água da chuva. No total, são quatro principais passos para fazer cerveja: triturar, ferver, fermentar e refrigerar – o que levou um mês.

Todo o lucro adquirido com a venda da cerveja será direcionado para a instituição Trader Support, que ajuda família de vítimas dos atentados terroristas que aconteceram no local. A bebida é resultado de uma parceria do Borough Market e Daniel Tapper, da Beak Brewery e Partizan Brewing. A edição limitada foi distribuída pelo Reino Unido e foi um sucesso só!

Fonte: thegreenestpost.com

marca-vegana-cria-sapatos-feitos-a-partir-de-sobras-de-cafe

Marca vegana cria sapatos feitos a partir de sobras de café!

indústria da moda, conhecida por ser uma das principais poluidoras do planeta – e a que mais instiga o consumo descartável, já está cheia de iniciativas bacanas noticiadas aqui na editoria de Moda do The Greenest Post. O café, entretanto, é novidade! A empresa nat-2 utiliza o pó de café descartado para dar a colocação ideal ao ‘couro’ feito a partir de garrafas plásticas recicladas.

Assumidamente vegana, a marca não utiliza nenhum material de origem animal para a fabricação de seus itens. O design é unisex e a única diferenciação é o estilo, que pode ter canos mais altos ou mais baixos, dependendo do gosto de cada um. Segundo a empresa, todos os modelos apresentam um cheiro que lembra o café, devido a sua composição.

Leia também: A marca de roupas e sapatos que vende apenas produtos 100% veganos

Borracha de verdade (não sintética) e cola a base de água – sem ingredientes de origem animal – também fazem parte da lista de composição do sapato, que é produzido a mão na Itália em uma fábrica familiar com tecnologia que minimiza a emissão de dióxido de carbono, ajudando a manter sob controle a poluição local.

Segundo a marca, o primeiro lote dos calçados já foram 100% vendidos. Mas em breve outros lotes estarão disponíveis.

Fonte: thegreenestpost.com

Screen-Shot-2018-12-10-at-10.02.26-PM-e1544486634946

Bill Gates anuncia vaso sanitário ecológico e de baixo custo

O gênio da internet, Bill Gates, já doou U$ 30 bilhões de dólares para caridade entre 2000 e 2004. No ano passado a personalidade pediu inovação urgente no combate às mudanças climáticas. E fez sua parte, claro! Recentemente ele anunciou o vaso sanitário de baixo custo que pode ajudar muitos países com pouco (ou nenhum) saneamento básico.

Sem precisar de água para a descarga, o banheiro de Bill Gates consegue transformar os dejetos humanos em fertilizantes. Para apresentá-lo, uma jarra cheia de fezes foi levada para Toilet Expo, que aconteceu na China. “Nessa pequena quantidade pode conter mais de 200 trilhões de rotavírus, 20 bilhões de bactéria Shigella e 100 mil ovos de vermes parasitas”, explicou aos presentes no local.

A falta de saneamento básico mata aproximadamente 500 mil crianças com menos de cinco anos por ano e pode custar até 223 bilhões em forma de cuidados médicos e perda de produtividade, segundo informações da Fundação Bill e Melinda Gates.

O objetivo a exposição é concentrar uma série de inovações para resolver o problema, que pode beneficiar milhões de pessoas no mundo inteiro. “Estamos todos aqui por um motivo: metade da população mundial não têm condições adequadas para viver uma vida saudável e produtiva”, acredita.

Muitas das invenções estão sendo atualmente testadas em Durban, na África do Sul, onde há crescimento rápido, por consequência, importância em manter a saúde da cidade intacta.

Fonte: /thegreenestpost.com

escocia-tem-98-de-sua-energia-produzida-por-fontes-renovaveis-foto

Escócia tem 98% de sua energia produzida por fontes renováveis

Após anunciar a maior usina eólica flutuante do mundo, a Escócia conseguiu um marco em sua jornada rumo à fonte de energia 100% renovável: 98% da energia do mês de Outubro foi gerada por usinas eólicas espalhadas pelo país – mostrando que é possível atingir a meta de abandonar o combustível fóssil.

Ao todo, a demanda da rede nacional foi de 1,850,512 MWh – as turbinas produziram 98% disso – capaz de abastecer cinco milhões de cases. Como o vento é um fenômeno da natureza e, por consequência, não é possível controlá-lo, há uma grande variação entre os dias do mês – que atingiu entre 64% da demanda a 234%.

Tanto residências quanto prédios comerciais e lojas locais foram levados em consideração na conta. Portanto ainda persiste o desafio de armazenar energia elétrica de forma eficiente e escalável – para garantir o sucesso dos investimentos realizados.

Leia também:
Virou lei! 50% dos cargos públicos devem ser ocupados por mulheres na Escócia
Escócia proíbe venda de cotonetes no país – e quantidade de resíduos plásticos jogados no oceano promete cair pela metade

Mesmo assim os resultados são animadores, uma vez que os massivos investimentos são relativamente recentes e os frutos são visíveis. “Isso comprova que o modelo funciona: ajuda a reduzir as emissões por um custo razoável de produção de energia renovável”, explica Sam Gerdner, diretor da WWF da Escócia.

O próximo passo, segundo ScottishPower, uma das empresas atuantes no país, é investir em estrutura e veículos

elétricos.

Fonte: thegreenestpost

Foto: Neuwieser/Creative Commons

b

Conheça a garrafa que consegue transformar água do mar em água potável

Com tanta água do mar disponível, ainda nos preocupamos com água potável para sobrevivência – e um bilhão de pessoas no mundo não tem acesso à água potável de maneira segura. Já era hora de se inventar uma tecnologia que conseguisse transformar a água do mar em água potável de forma simples, prática e rápida!

O “Desalinator” promete resolver esse problema! Com um sistema de filtragem composto por quatro estágios, ele é capaz de retirar quaisquer detritos, sal, matar bactérias – garantindo a melhor qualidade possível para consumo!

Matt Marchand, designer da tecnologia, pensou em um tamanho compacto para ser fácil de carregar e providenciar água fresca em qualquer situação. O público final, a princípio, são atletas e profissionais que passam muito tempo na costa marítima e precisa manter-se hidratado. Mas nada impede de levar a engenhoca contigo durante o carnaval, por exemplo 😉

Fonte: /thegreenestpost.com

dscn7590

Brasil é o 4º maior produtor de lixo plástico do mundo e recicla apenas 1%

O Brasil é o 4º maior produtor de lixo plástico do mundo, atrás apenas de Estados Unidos, China e Índia. O país também é um dos menos recicla este tipo de lixo: apenas 1,2% é reciclado, ou seja, 145.043 toneladas.

Os dados são do estudo feito pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF, sigla em inglês). O relatório “Solucionar a Poluição Plástica – Transparência e Responsabilização” será apresentado na Assembleia das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEA-4), que será realizada em Nairóbi, no Quênia, de 11 a 15 de março.

Veja os números:

  • Brasil produz 11.355.220 milhões de toneladas de lixo plástico por ano
  • Cada brasileiro produz 1 kg de lixo plástico por semana
  • Somente 145.043 toneladas de lixo plástico são recicladas
  • 2,4 milhões de toneladas de plástico são descartadas de forma irregular
  • 7,7 milhões de toneladas ficam em aterros sanitários
  • Mais de 1 milhão de toneladas não é recolhida no país

O Brasil é um dos países que menos recicla no mundo ficando atrás de Yêmen e Síria e bem abaixo da média mundial que é de 9%. Dentre os maiores produtos de lixo plástico, é o que menos recicla.

Países maiores produtores de lixo plástico no mundo — Foto: WWF

Países maiores produtores de lixo plástico no mundo — Foto: WWF

“O fato de o Brasil está no 4º lugar como gerador de lixo plástico do mundo e reciclar somente 1% é resultado da falta de políticas públicas adequadas que incentivem a reciclagem em larga escala”- Anna Carolina Lobo, coordenadora do Programa Mata Atlântica e Marinho do WWF-Brasil.

“Mas também da adoção de um trabalho conjunto com indústrias para desenvolver novas tecnologias, como plásticos de uso único ou plásticos recicláveis, ou substituir o microplástico de vários produtos. Além da própria sociedade enquanto consumidora porque podemos mudar o cenário de acordo com nossas atitudes do dia a dia”, explica Lobo.

Segundo a ONG, a poluição pelo plástico afeta a qualidade do ar, do solo e sistemas de fornecimento de água, já que o material absorve diversas toxinas e pode levar até 100 anos para se decompor na natureza.

Plástico: descarte irregular ameaça oceanos e ecossistemas — Foto: Pixabay

Plástico: descarte irregular ameaça oceanos e ecossistemas — Foto: Pixabay

O que fazer com tanto plástico?

Dentre as possíveis soluções estão a destinação correta, a reciclagem e a diminuição da produção de lixo plástico. O brasileiro produz, em média, 1 kg de lixo plástico por semana, uma das maiores médias do mundo.

Soluções como o banimento de canudinhos e descartáveis são boas iniciativas, mas o trabalho precisa ir além da proibição. Para Lobo, é importante reconhecer e valorizar esses projetos de lei, mas é preciso um trabalho com os estabelecimentos comerciais para que eles não continuem ofertando produtos plásticos e com o consumidor para que faça o descarte corretamente.

Para ela, os entraves no Brasil para uma taxa mais alta de reciclagem e descarte correto do lixo são muitos e passam por diferentes fatores: “Se a gente pensar que nem saneamento básico chegou para todo mundo, imagina a reciclagem. Tem também a falta de estrutura para fazer coleta seletiva em larga escala e a questão da educação ambiental de fazer a separação do lixo. E falta também uma conscientização por paste das empresas de que elas precisam ser responsáveis pelo produto durante todo o ciclo de vida”.

Uma das ideias possíveis e mais baratas a curto prazo é voltar com o uso de embalagens retornáveis, como anunciado pelas gigantes da indústria alimentícia Coca-Cola e a Pepsico, que já testam em alguns países o serviço.

Plástico nos oceanos

Sem a destinação adequada, boa parte dos resíduos plásticos acabam nos oceanos. Segundo o relatório da WWF, o volume de plástico que chega aos oceanos todos os anos é de aproximadamente 10 milhões de toneladas, o que equivale a 23 mil aviões Boeing 747 pousando nos mares e oceanos todos os anos – são mais de 60 por dia.

Neste ritmo, até 2030, encontraremos o equivalente a 26 mil garrafas de plástico no mar a cada km2.

“De todo lixo encontrado no litoral brasileiro, a maior parte é plástico. Esse verão do fim de 2018/início de 2019 foi o recordista de animais mortos na costa brasileira- principalmente no litoral de São Paulo- e boa parte dos grandes mamíferos tinham plástico em seus estômagos”, disse Anna Carolina Lobo, da WWF.

FONTE: https://g1.globo.com/natureza/noticia/2019/03/04/brasil-e-o-4o-maior-produtor-de-lixo-plastico-do-mundo-e-recicla-apenas-1.ghtml

conheca-primeira-loja-brasil-vende-apenas-produtos-livres-plastico

Conheça a 1ª loja do Brasil que vende apenas produtos livres de plástico

Depois das sacolinhas plásticas, os canudos são a nova moda (do bem!) daqueles que buscam reduzir seu impacto no meio ambiente. Mas a verdade é que, para além das sacolinhas e canudos, uma infinidade de artigos plásticos fazem parte do nosso dia a dia – e impactam o planeta em que vivemos.

Ajudar as pessoas a reduzirem, como um todo, o uso de plástico em suas rotinas é o propósito da loja Mapeei – Uma Vida sem Plástico, que – como o próprio nome diz – mapeia artigos livres de plástico que podem ser substituídos por aqueles convencionais que usamos no dia a dia.

Com a bandeira de ser a primeira loja do Brasil a comercializar apenas produtos livres de plástico, a iniciativa vende escovas de dente de bambu, copos dobráveis de silicone, canudos de metal e vidro, atoalhados para remoção de maquiagem, marmitas de inox, sacolas de pano, cosméticos em barra, panos encerados que substituem os plásticos insulfilm na hora de cozinhar e mais uma porção de artigos que (juro!) você vai pirar.

Vale muito a visita! Idealizada pela empreendedora Lívia Humaire, a iniciativa funciona em uma galeria no centro de São Paulo, de quarta a sábado. O endereço é: Rua Augusta, 1524, Loja 19. Dá um pulo e depois conta pra gente o que achou!

Ah! E para aqueles que não são de São Paulo e tão pouco tem uma visita agendada à cidade, fica a boa notícia: em breve, a Mapeei – Uma Vida sem Plástico promete virar também um e-commerce para atender a todo o país. Aí sim!

Foto: Divulgação

Fonte: https://thegreenestpost.com/conheca-a-1a-loja-do-brasil-que-vende-apenas-produtos-livres-de-plastico/?amp

nada-mandar-aterro-maracana-lixo-compostado-encaminhado-reciclagem-jogos-fluminense

Nada de mandar pro aterro! No Maracanã, todo lixo produzido é compostado ou encaminhado para reciclagem – mas só nos jogos do Fluminense

Fluminense fechou um convênio com a cooperativa Transformando, do Rio de Janeiro, que garante que todos os jogos do time “em casa” tenham zero produção de lixo.

Isso porque, toda vez que vai jogar no Maracanã, o clube de futebol patrocina a ida dos 160 cooperados para o estádio, para que coletem 100% dos resíduos gerados durante suas partidas.

A separação do material é feita no próprio local: os resíduos secos, que podem ser reciclados, são triados por categoria, ensacados, pesados e enviados para a cooperativa, localizada no bairro do Caju. Já os resíduos orgânicos são encaminhados para compostagemno próprio estádio para serem transformados em adubo. O processo completo dura 60 dias.

Com a parceria, o estádio passa a não mais produzir lixo durante os jogos do Fluminense – aliviando os aterros sanitários – e, de quebra, gera renda para as 160 famílias da periferia do Rio de Janeiro que integram a cooperativa.

Fica a dica para os outros clubes do Rio de Janeiro que também usam o Maracanã – bem como para todos os outros times do país. Já pensou se todos os estádios do Brasil adotassem a prática?

fONTE: thegreenestpost.com