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Carnaval Sustentável: Banheiros químicos do circuito Barra da Tijuca transformam resíduos em frutas orgânicas

A marca carioca Qban – Banheiros Irados, responsável pelos banheiros dessa região, faz com que todo o resíduo coletado vire frutas orgânicasque são vendidas nas feiras do Rio. A Qban é a primeira marca conceito de banheiros químicospara eventos que garante sintonia total com o meio ambiente utilizando 100% de produtos biodegradáveis e garantindo destinação correta dos resíduos passando pelo transporte até a estação de tratamento de efluentes da Action Shop, grupo de empresas do qual faz parte.

Tudo isso é possível graças ao projeto da estação de tratamento de efluentes do grupo Action Shop, localizada no município de Cachoeiras de Macacu, que utiliza um sistema físico-biológico composto por três lagoas de aeração, que alcança a eficiência necessária no tratamento da água permitindo o seu reuso na fazenda de orgânicos Purezas da Estação.

Nesse carnaval, e sempre na vida, o lema é ser sustentável. Nada de glitter que polui, apenas ECOnfetes e .. quando alguém utilizar um dos banheiros da Q-ban nesse carnaval do Rio, o xixi ajudará o projeto da Action Shop que reduz a quantidade de água extraída de mananciais, promove a recarga do lençol freático da região do Rio Macacu, maior afluente da Baía de Guanabara, e ainda faz crescer cerca de 800 limões, goiabas, bananas, maracujás sem uma gotinha de agrotóxicos. A Natureza agradece!

Grupo ActionShop
Há 14 anos no mercado, o Grupo Action Shop – formado pelas marcas ÁS Tratamentos de Resíduos, Q-Ban banheiros irados e Purezas da Estação – é referência no estado do Rio de Janeiro entre as empresas prestadoras de serviços ambientais. Com sede no município de Duque de Caxias, o grupo é especializado no gerenciamento de resíduos, coleta e transporte de efluentes industriais e resíduos sólidos, no tratamento de efluentes e serviço de locação, limpeza e higienização de banheiros químicos. Seu portfólio é composto por clientes responsáveis pelas principais obras e eventos do estado do Rio de Janeiro.

Fonte: thegreenestpost.com
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Conheça a linha de stand up paddle feita com biomassa de alga (e que ainda economiza água no processo produtivo)

As empresas Surftech e BLOOM anunciaram que os modelos da linha Paddle Board 2018 Surftechpassarão a ter núcleo composto por espuma da BLOOM, conhecida por produzir materiais de alto desempenho para uma grande variedade de indústrias. Esta espuma é feita de biomassa de algas de água doce.

Isso significa que, mesmo que esta espuma ainda não seja totalmente biodegradável, para cada paddle board surftech produzido serão economizados 660 litros de água limpa neste processo. O ecossistema agradece!

Esta espuma ecológica, além disso, impede que 1.700 litros de CO2 entrem na atmosfera terrestre. A esperança é que, uma vez que outros fabricantes de paddle boards tomem nota desta colaboração, eles verão seu valor e compartilharão a missão da BLOOM de preservar as fontes de água do planeta.

Nos últimos anos, a prática de stand up paddle se tornou incrivelmente popular. A parceria entre a Surftech e a BLOOM vai garantir que, acompanhando o crescimento deste esporte, o stand up permaneça sustentável e ambientalmente consciente.

Foto: Divulgação/Surftech

Fonte: thegreenestpost.com

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O projeto holandês que transforma rolos de papel higiênico usados em asfalto e isolante térmico para casas

Quando você limpa o banheiro, provavelmente não está pensando em formas de promover isolamento térmico na sua casa. Mas é exatamente lá, nos rolos de papel higiênico usados, que pode estar sua solução! Um projeto holandês está extraindo celulose de resíduos produzidos por todos nós. Na planta de tratamento de Geestmerambacht, na Holanda, uma peneira industrial consegue filtrar diariamente 400 kg de celulose a partir de lixo doméstico.

A celulose, que seria incinerada no final do processo de tratamento de esgoto, é limpa e esterilizada com temperaturas muito elevadas e transformada em um material esponjoso ou em pallets. Estes são vendidos como matéria-prima para produtos como asfalto e materiais de construção.

Uma porção também é exportada para o Reino Unido, onde a Universidade Brunel está trabalhando em tecnologias para transformar a celulose em fonte de energia, garrafas bioplásticas e outros produtos.

Os holandeses descartam 180 mil toneladas de papel higiênico por ano, de acordo com as autoridades do país. Quando se trata da Europa toda, são mais de 5 milhões de toneladas anuais!

Esgoto não é um desperdício, e sim um portador de recursos valiosos: fosfatos, celulose, energia e água limpa.

Foto: Pixabay/congerdesign

Fonte: /thegreenestpost.com

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Alunos de direito promovem trote ecológico e limpam Campo de Santana

Estudantes da Faculdade Nacional de Direito (UFRJ) fazem limpeza do Campo de Santana durante o trote dos calouros Foto: Agência O Globo / Custódio Coimbra
Bem vindo ao Player Audima. Clique TAB para navegar entre os botões, ou aperte CONTROL PONTO para dar PLAY. CONTROL PONTO E VÍRGULA ou BARRA para avançar. CONTROL VÍRGULA para retroceder. ALT PONTO E VÍRGULA ou BARRA para acelerar a velocidade de leitura. ALT VÍRGULA para desacelerar a velocidade de leituRIO — Na contramão dos trotes humilhantes feitos pelos colegas do curso de medicina, os alunos da Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro realizaram um trote ecológico nesta quinta-feira. A tarefa dos calouros foi fazer uma grande limpeza no Campo de Santana, vizinho à faculdade, e onde há mais de 30 anos os veteranos realizam seus trotes. O objetivo da ação,  segundo os estudantes, foi estimular a criação de uma sociedade melhor, sem esquecer de respeitar as diferenças.

— A ideia inicial era promover um café da manhã para os moradores de rua no Campo de Santana. Mas, para evitar problemas com essas pessoas, que já sofrem tanto preconceito, resolvemos fazer um trabalho de limpeza no local. Os calouros recolheram entre 10 e 20 sacolas de 300 litros cada. Achamos até um computador e um vaso sanitário — disse.

Para a Fundação Parques e Jardins essa é uma iniciativa que deve ser replicada também por outras faculdades, em outros parques, mudando a cultura de trotes degradantes.

— Esperamos que alunos de outros estabelecimentos façam trotes mais conscientes, acabando com os trotes mais agressivos. Muito melhor é fazer um trabalho solidário, voltado para a ecologia. Esperamos mais “eco-trotes“ — contou Carlos Damasceno, assessor de imprensa da fundação.

Alunos de medicina da UFRJ fazem trote vexatório

Na terça-feira, os veteranos de medicina da UFRJ, um dos cursos mais prestigiados do país, rasparam a cabeça e jogaram tinta em alunos recém-chegados. Quem não quisesse participar era obrigado a pagar um multa de R$ 30 a R$ 40.

Ano passado, a Faculdade de Medicina abriu uma sindicância para investigar o trote, no qual calouros disseram ter sido obrigados a beber urina de veteranos, como mostrou reportagem do GLOBO. Meninas foram obrigadas a simular sexo oral. O chamado trote vexatório é proibido por uma lei estadual de 1996. Na última terça-feira, a equipe do jornal foi repreendida por estudantes, que não queriam fotos no local.

Isaac Navarro criticou a ação dos colegas da medicina. Para ele, trotes devem servir para aproximar os estudantes, criando laços de amizade, e não para humilhar.

— Eu acredito que infelizmente ainda exista esse tipo de trote entre nossos próprios companheiros da UFRJ, mas isso pode ser mudado. Com um pouco de diálogo a gente pode resolver esse problemas. O trote deve ser um acolhida aos calouros. Afinal, é muito difícil entrar em uma universidade pública no Rio de Janeiro.

Semana passada, o reitor da UFRJ, Carlos Levi, emitiu um memorando orientando as decanias a reforçar a proibição do trote vexatório. Levi afirmou que “tem-se assistido a algumas ações que em vez de integrar o aluno recém-aprovado o submete a situações constrangedoras”. A universidade pediu ainda para que calouros vítimas de trotes vexatórios relatem os casos no site da instituição.

Fonte: O Globo Rio

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Egito vai ganhar cidade de US$ 10 bilhões 100% projetada para a agricultura sustentável

Com quase 312 acres de imensidão, a cidade agrícola do Egito é fruto de um acordo bilionário com a Coreia do Sul e deve ficar pronta em apenas seis meses. O projeto, com investimento de US$ 10 bilhões, prevê a construção de 50 mil estufas inteligentes, estações de dessalinização de água marítima e pequenas usinas solares de energia elétrica para garantir a agricultura na região.

O primeiro-ministro do Egito anunciou que a cidade ficará sediada no noroeste do país e que o projeto receberá tecnologias de ponta para garantir um cultivo mais ecológico e eficiente possível.

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ONU oferece curso online e GRATUITO sobre Mudanças Climáticas (e ainda emite certificado para alunos)

Depois do sucesso do curso do SUS sobre medicina natural, a ONU também oferece um curso no mesmo estilo sobre Mudanças Climáticas. As aulas são introdutórias e qualquer um interessado pode fazer! Basta entrar neste link e fazer inscrição.

Disponível em cinco diferentes idiomas, o curso online e gratuito já foi concluído por mais de 10 mil pessoas ao redor do mundo. A versão em português foi idealizada em conjunto com a Unesco e é composta por seis módulos:
– Introdução à ciência da mudança climática;
– Introdução ao marco internacional legal e de políticas para enfrentamento da mudança climática;
– Introdução à adaptação à mudança climática;
– Introdução à mitigação da mudança climática;
– Introdução ao financiamento climático;
– Introdução ao planejamento para a mudança climática.

E o mais legal: a ONU emite certificado de conclusão de curso para os alunos. Basta realizar teste para cada um dos módulos estudados e ter mais de 70% de aproveitamento em cada um deles.

Segundo a entidade, a intenção é, num futuro próximo, disponibilizar outros cursos na mesma plataforma online. Já tem até organizações usando a ferramenta como treinamento de funcionários e agentes interessados. Curtiu? Acesse o programa completo do curso e inscreva-se!

Foto: NASA on The Commons/Creative Commons

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Nada de jogar no lixo! Descartáveis feitos de coroas de abacaxi podem ser plantados após o uso para florir jardim

Na mesma linha dos pratos biodegradáveis em formato de folhas que se decompõem em 28 dias, esses novos pratos e talheres propõe um destino muito mais nobre do que a lixeira aos utensílios descartáveis. Feitos a partir de cascas de milho e coroas de abacaxi, os produtos podem ser plantados após seu uso e viram grama, flores e ervas.

Criada pela startup  Lifepack e batizada de Papelyco, a linha de pratos e talheres ainda pode ser reciclada, caso o usuário não queira plantá-la. Mas… se a escolha for plantar, o fabricante garante: em poucos dias já é possível ver resultados bacanas no jardim.

Assim como as xícaras que são feitas a partir de pó de café, a proposta do produto é utilizar materiais que seriam jogados fora como matérias-primas para suas mercadorias. A sacada foi do casal de colombianos, Claudia Barona e Andrés Benavides, que arrecadaram US$ 50 mil via financiamento coletivo para criar a empresa e dar vida à tecnologia que idealizavam.

O engenheiro industrial e a advogada ficavam incomodados por não encontrar alternativas aos plásticos e papéis descartáveis que ficam nas estantes dos supermercados. “Nós nos consideramos ecológicos e nos preocupamos com a contaminação causada por produtos descartáveis, especialmente o plástico”, explicam.

A startup fica localizada na Colômbia. Por lá, os talheres e pratos que viram plantas já são comercializados nos supermercados locais. A ideia agora é expandir a iniciativa para os EUA. Para tanto, Claudia e Andrés fizeram as malas e se mudaram para St. Louis, em Missouri.

E o mais bacana: a empresa também se preocupa com a responsabilidade social: 25 mães sustentam seus filhos graças ao emprego que mantém na startup na Colômbia.

Nós já estamos animados para passar a usar os descartáveis Papelyco (mas só quando for necessário!). E vocês?

Fonte: thegreenestpost.com

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Conheça a rede social das caronas, que promete revolucionar a mobilidade urbana nas cidades

Espécie de rede social da carona, o aplicativo VAMU promete facilitar a busca e oferta de caronas a fim de otimizar os deslocamentos nas cidades e garantir maior economia aos motoristas (sem contar a redução significativa de emissões). Tudo por meio do compartilhamento espontâneo de carros particulares!

O app funciona de maneira automatizada e gratuita. Para aqueles que se preocupam com segurança, o VAMU garante: só dá e recebe caronas de participantes que pertencem a grupos semelhantes e que estejam indo ou voltando pelo mesmo trajeto. Além disso, as rotas são compartilhadas apenas com as pessoas dos próprios grupos, que podem ser particulares  – formados por parentes, amigos, vizinhos e/ou colegas de trabalho ou estudo – ou corporativos – formados por empresas, instituições de ensino, condomínios residenciais e/ou comerciais.

“As empresas podem incentivar seus funcionários a criarem grupos de carona cedendo vagas de estacionamento gratuito para esses grupos, por exemplo. O VAMU ainda fornece relatórios periódicos que informam os dados referente à economia  de combustível e de gases emitidos”, explica Armando Machado, um dos idealizadores do projeto.

Em tempos de crise econômica (e constante aumento de preço da gasolina), é relativamente mais fácil convencer as pessoas a retirarem seus carros das ruas, ajudando assim no orçamento doméstico, no trânsito urbano e também na saúde do ambiente. Quem sabe agora vai?

Abaixo, o passo a passo do aplicativo sobre como participar!

1 – Baixe o app gratuitamente na Apple Store ou no Google Play
2 – Crie uma conta, informado seus dados pessoais e os do seu carro
3 – Monte seus grupos e convide seus familiares, vizinhos, amigos e colegas de trabalho e estudo para participar
4 – Solicite adesão a grupos que façam trajetos similares aos seus
5 – E aí, VAMU? 😉

Fonte: thegreenestpost.com

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Lixo nuclear de extinta mina de urânio ocupa área de cem Maracanãs

Exploração da INB terminou em 1995, mas terreno não foi descontaminado.
Comissão de energia encontrou problemas na manutenção dos resíduos.

Em Minas Gerais, toneladas de lixo radioativo preocupam ambientalistas, o Ministério Público e moradores de uma região no sul do estado. Há mais de duas décadas os rejeitos são mantidos no local.

A área é do tamanho de cem estádios do Maracanã. É o que restou da primeira mina de urânio que foi explorada no Brasil. Bacias de contenção de rejeitos, lama com resíduos radioativos na cava da mina, uma fábrica de beneficiamento de minério desativada, e mais: milhares de toneladas de misturas contaminantes que contêm urânio, tório, rádio. Hoje tudo que é feito lá é para monitorar e evitar mais problemas ambientais. Só para empresas terceirizadas foram pagos mais de R$ 700 mil nos primeiros sete meses de 2017. Dinheiro público.

Foram 13 anos de extração de urânio. Em 1995, a empresa responsável, que é pública, a INB – Indústrias Nucleares do Brasil – concluiu que a atividade não era mais viável economicamente. De lá para cá, se passaram 22 anos, toda a área com os rejeitos radioativos deveria ter sido recuperada, descontaminada. Não foi. São mais de 12.500 toneladas de resíduo. As regras para o armazenamento desse material perigoso são rígidas.

Ibama já tinha constatado parte da cobertura dos galpões feita apenas com lona, depois de uma ventania em 2015. Em nota, a INB informou que o problema foi corrigido definitivamente no começo deste ano. E essas imagens feitas agora mostram um pedaço descoberto no local onde o resíduo foi enterrado.

A fiscalização dessas áreas com radiação é responsabilidade da Comissão Nacional de Energia Nuclear, a CNEN, que encontrou mais irregularidades. A comissão determinou, em 2016, uma melhor manutenção dos galpões e exigiu correções, porque detectou deterioração e queda de recipientes, corrosão de estruturas metálicas, danos à tubulação. Também estabeleceu a substituição de telhas.

Em 2017, a CNEN verificou que as exigências não foram cumpridas. Não foi a primeira vez, como explica o promotor de Caldas. “Historicamente, desde quando se encerraram as atividades, ela vem ignorando muitas dessas orientações desses órgãos. E isso pode custar um preço caro à sociedade local, ao meio ambiente, a todo o ecossistema”, disse o promotor José Eduardo de Souza Lima.

Nas áreas de descarte do processo de extração, a água que escorre sai ácida. Para tratar, a empresa usa cal. Milhares de toneladas por ano. O Ministério Público estadual e também o federal entraram com ações contra a INB por não ter recuperado, até agora, a área degradada.

A primeira reação da empresa sobre isso foi em 2012. Apresentou um primeiro projeto de recuperação do local. Pelo último balanço de gestão da INB, a empresa não gastou um centavo no projeto de recuperação em 2016. A CNEN defende o fechamento definitivo da unidade. “É uma questão ambiental, mas também econômica. Você tem que investir recursos para poder fazer todos esses controles, então, tem um dispêndio orçamentário por parte da INB e, consequentemente, do governo federal em uma instalação que não está gerando receita”, explica Antônio Luiz Quinelato, coordenador do laboratório CNEN de Poços de Caldas.

Um relatório da própria INB calcula que recuperar a área vai custar cerca de US$ 500 milhões, mais de R$ 1,5 bilhão em 40 anos, e conclui que será necessário criar um modelo de financiamento, porque a INB não tem orçamento para isso.

O Ibama informou que o projeto de recuperação da área está em fase de estudo, mas não há prazo para conclusão A INB – Indústrias Nucleares do Brasil – afirma que faz inspeções periódicas nos galpões e nas bacias de contenção de rejeitos radioativos e descarta o risco de contaminação do solo e da água da região.

Fonte Globo.com

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Noruega é o primeiro país do mundo a proibir o corte de árvores

O Governo Norueguês surpreendeu todo mundo após BANIR em todo o país o corte de árvores, também foi proibido a compra de qualquer produto do exterior que tenha contribuído com o desmatamento.

Além disso o governo está procurando uma maneira de produzir soja, madeira, óleo e carne, sem causar nenhum dano a natureza e que seja feito de uma forma saudável, já que esses produtos são responsáveis por maior parte do desmatamento.

Bem que outros países, como o Brasil, poderiam seguir os exemplos que a Noruega vem fazendo nós últimos anos!

Obrigado Noruega, o Planeta agradece!

Fonte: Isto é Super Intensaste